Saltar para o conteúdo
Via Rápida

Tecnologias de informação e comunicação

Este tema cobre as tecnologias de informação e comunicação usadas nos transportes: navegação por satélite, gestão de frota e telemática…

52 perguntas

Sobre este tema

Este tema cobre as tecnologias de informação e comunicação usadas nos transportes: navegação por satélite, gestão de frota e telemática, bilhética, informação ao público e sistemas de apoio à condução e à gestão do tráfego. É comum aos dois exames do CAM e corresponde ao módulo de tecnologias de informação e comunicação do anexo I do Decreto-Lei n.º 126/2009 (ponto 2.3.7, com 21 horas na formação inicial comum). Para os passageiros, o módulo inclui o sistema de apoio à exploração, a telemática, a bilhética sem contacto, os cartões inteligentes e a informação ao público; para as mercadorias, o apoio à exploração, a telemática, os cartões inteligentes, a Internet e os SMS.

Uma boa parte das perguntas são siglas e definições. GPS é o sistema de posicionamento global, que calcula a latitude, a longitude e a altitude a partir de sinais de satélite e exige um recetor; o Galileo é o programa europeu de radionavegação por satélite. GSM é o sistema global de comunicações móveis, PMV o painel de mensagem variável, SAE o sistema de apoio à exploração, ITS os sistemas inteligentes de transportes, ou seja, a aplicação das tecnologias de informação e comunicação aos transportes, e RFID a identificação por radiofrequência, sem fios, que dá a localização dos produtos em tempo real. A telemática junta a informática e as telecomunicações para enviar, receber e armazenar informação; num camião integra o computador de bordo, o recetor GPS, o módulo de comunicações e a localização do semirreboque. Dados são registos em bruto e a informação resulta de os tratar. A Internet é a rede pública global e a World Wide Web é a teia de documentos interligados que circula nela.

Depois vêm os sistemas. O SAE serve para otimizar o funcionamento operacional: localizar os veículos, comunicar com os motoristas e acompanhar a frota, ligando-se a outros sistemas, como a bilhética. A bilhética sem contacto, com cartões inteligentes, poupa tempo e dinheiro, permite fiscalizar dentro do veículo, tem custos de manutenção baixos e dá ao operador dados mais fiáveis sobre a mobilidade. Os painéis nas paragens mostram o tempo até ao próximo veículo. Na estrada, a portagem eletrónica reduz o congestionamento, as taxas de circulação urbana reduzem o tráfego e os sistemas de controlo automático identificam os veículos pela matrícula. O tacógrafo inteligente também usa o sinal de satélite para registar a posição do veículo (Reg. (UE) n.º 165/2014, art. 8.º).

Na cabina, a regra é não deixares a tecnologia distrair-te: o destino do GPS introduz-se com o veículo parado e, em andamento, usas as indicações por voz. O regulador de velocidade mantém uma velocidade constante sem carregares no acelerador; o limitador só impede que passes de um máximo. Os avisos de colisão iminente e de obstáculos em marcha-atrás alertam-te para poderes evitar o acidente, mas não agem por ti. E nenhuma destas tecnologias justifica circular mais depressa ou encurtar a distância de segurança.

No exame, as armadilhas mais comuns trocam conceitos vizinhos: regulador e limitador, Internet e Web, GPS e Galileo, dados e informação. Antes de escolher, pergunta-te o que o sistema faz na prática e a quem serve: ao motorista, ao operador ou ao passageiro.

Perguntas do exame sobre este tema (52)

Ver mais 45