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Sinistralidade e acidentes de trabalho

Este tema trata dos acidentes rodoviários e de trabalho que envolvem pesados: porque acontecem, que tipos são mais frequentes e que…

51 perguntas

Sobre este tema

Este tema trata dos acidentes rodoviários e de trabalho que envolvem pesados: porque acontecem, que tipos são mais frequentes e que consequências têm para as pessoas, as empresas e a sociedade. É comum aos dois exames do CAM e corresponde ao módulo de sinistralidade do anexo I do Decreto-Lei n.º 126/2009 (ponto 2.3.1, com 21 horas na formação inicial comum), que trata da tipologia dos acidentes de trabalho no setor, das estatísticas dos acidentes rodoviários e das suas consequências humanas, materiais e financeiras.

As perguntas seguem de perto os manuais de sinistralidade e de saúde do IMT. Os fatores humanos estão implicados em mais de 90 % dos acidentes, por isso o comportamento do condutor é a principal causa, com a fadiga e a sonolência entre os fatores de risco. Segundo esses manuais, os acidentes com pesados de passageiros acontecem sobretudo dentro das localidades, mas são mais graves fora delas, porque a gravidade depende da velocidade de impacto. Nos pesados de mercadorias, o tipo de acidente mais frequente é a colisão, seguida do despiste. A grande massa destes veículos faz com que as consequências sejam mais graves para terceiros do que para os seus ocupantes. As colisões frontais nascem sobretudo de ultrapassagens indevidas, as traseiras de não guardar distância e as dos cruzamentos de não ceder a passagem.

Outra parte das perguntas é de classificação. A segurança ativa evita o acidente (travões, pneus, ABS) e a segurança passiva reduz as lesões quando ele acontece (cinto, airbag, capacete); o airbag completa o cinto, não o substitui. As consequências dos acidentes são humanas (mortos e feridos), materiais e financeiras. As materiais incluem os danos no veículo, a perda da carga, os estragos na infraestrutura rodoviária e a poluição visual dos destroços. Dano é a perda pessoal ou material causada pelo acidente. Para a empresa, os acidentes têm custos diretos e custos de imagem, que levam a perder clientes.

A profissão tem riscos além da condução. Acidente de trabalho é o acontecimento súbito e imprevisto sofrido pelo trabalhador no local e no tempo de trabalho. No caso do motorista, muitos acontecem a subir ou a descer da cabina e nas cargas e descargas. Desce-se de frente para o veículo, de costas para a via, usando sempre os apoios de mãos e de pés, e nunca a saltar. As deficiências de manutenção são sempre um fator de risco, e um prémio de desempenho ligado ao tempo de percurso só é aceitável se não empurrar o motorista para mais velocidade e menos descanso.

Nas perguntas com dados estatísticos, a resposta certa bate com a lógica do risco: mais velocidade dá mais gravidade, mais massa dá mais danos a terceiros e o fator humano pesa mais do que o veículo ou a via. Quando a pergunta pede uma consequência material, exclui logo o que é humano, como a morte ou a incapacidade.

Perguntas do exame sobre este tema (51)

Condução defensiva40

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Estado do condutor8

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